Dia das mães, que preguiça! Mais um dia com data marcada para lembrar que o amor é importante (porra!). Confesso que cresci num lar pouco afeiçoado a datas comerciais e por isso virei essa chata que vos fala. Acho até bom, diminui a demanda e a gente pode presentear e dizer que ama todo dia, sem obrigação nenhuma. Mas com tantas manifestações de amor filial no dia de hoje, só me resta lembrar das mães todas que tenho por aí, as que fui, as que sou, as que preciso ter e ser, enfim, dessa coisa toda canceriana de ser que não tem tamanho, nem medida.
Minha mãe é uma canceriana nata. Eu idem. Nós duas somos um purê de amor derretido que chora, que sofre, que ama, que faz drama. Passionais até dizer chega, com prazo de validade determinado para convivência intensa sob o mesmo teto. A melhor descoberta da minha vida foi perceber que minha mãe podia sim ser minha melhor amiga. E ela é. Com isso, esquecemos as convenções e nos tornamos ótimas companheiras de estrada, seguindo de mãos dadas e coração aberto. Recomendo a experiência. E desejo, hoje e todos os dias, que a gente tenha sempre um colinho morno para deitar, uma comidinha gostosa para aquecer, uma palavrinha de “vamos lá” para ouvir, um telefone para qual ligar a qualquer hora, um ninho para se aconchegar a qualquer momento, e que não precisemos de motivos nobres, justificativa, desculpa ou culpa. E desejo também, junto com tudo isso, que a gente perdoe, ame e se deixe amar. Simples assim.
A Silvia, minha comadre irmã caminhoneira de todas as horas, anda fazendo umas coisinhas lindas de papel, mas que ninguém vê (ainda). Aí que eu insisti para que rolasse alguma coisa bem simbólica pro dia das mães, até porque eu mesma quero ter algumas coisas bem especiais aqui no reino para marcar este momento, e ela, com todo talento, fez uma gravura bem linda, de inspiração vintage e imprimiu nos mais diversos tipos de papéis. É um cartão “obra de arte” quadrinho. Chamei de “los hijos de la reina” de brincadeira, já que a comadre está viajando pelo mundo afora e ainda não me mandou o textinho dela com nome e explicação da obra e eu, na minha agonia, queria logo era mostrar e vender pra vocês, antes que eu fique com todas pra mim. ;oP
Então é seguinte: uma Linogravura (gravada em deseno escavado em borracha) e impressa em diversos tipos de papéis: ktaft, canson, reciclado, manteiga, marrakesh. São várias opções de cor e acabamento, nem sei como colocar pra vocês, mas tenho que dizer que são todas lindas e você e sua mãe merecem ter um cartão/gravura super especial, feita com todo amor de mãe desse mundo.
No último sábado a mulherada que sabe das coisas, se encontrou para mais uma edição do Luluzinha Camp SP e foi massa. Aliás, esses encontros têm sido cada vez mais proveitosos, com gente bacana e que faz, trocando experiências sobre vários assuntos, aprendendo a dar e doar amor, conhecimento e receitas de bolo. ;o) (mais…)
Eu fico com o repertório de contação de historias bem restrito sabe?! Foram muitos momentos especiais ao longo desses anos todos. Quem acompanha o reino sabe que essas bolsinhas divas que estão aparecendo aqui foram feitas com os tecidos mais especiais, felizes e coloridos. É uma alegria saber que elas vão passear por aí com vocês. Se não tem ainda, experimente!
ESGOTADA
Medidas da bolsa: 25 cm de largura | 21 cm de alura | 55 cm de alça.
Estou num processo de mudança bem louca já faz mais de um ano. Quando resolvi que deveria mudar, transformar, recomeçar minhas atividades, inclusive as profissionais, entendi uma coisa que só a experiência é capaz de ensinar: sem amor não dá. (mais…)